segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Pukkelpop

ói nóis aqui traveiz. 
Como disse no último post... vou contar do Pukkelpop. 

Pukkelpop é um dos grandes festivais de música europeus que acontecem no verão. Tem vários deles só na Bélgica... e outros exemplos são o Glastonburry, na Escócia e o de Roskilde, na Dinamarca. São festivais enooormes, que duram vários dias e tem muitas muitas muitas atrações. Já tem um monte de festivais de música acontecendo no Brasil... mas não como esses. Em detalhes vou falar só do Pukkelpop, porque eu fui... não quero falar besteira sobre os outros!

O esquema é assim: você compra os ingressos por dia de show, ou um combo com todos (foi o que a gente fez). Eles oferecem uma área gigantesca de camping... cada um se vira com a sua barraca. Mas assim... é um mar... não... um oceano de barracas!!! A perder de vista!!! E aí banheiros químicos de monte, barraquinhas de vender comida (meio cara... viva o monopólio), chuveiros (surpreendentemente bons, mas filas de 1 hora) e até um Carrefour! Pra nossa sorte, as famílias que moram perto da onde tinha o festival resolveram levantar uma grana... e  vários montaram lanchonetes nas garagens, que ofereciam preços BEM melhores. 


Detalhe: além dos banheiros químicos, que são caixonas fechadas, com porta e privacidade... tem também uns mictórios a céu aberto. Os caras ali, no meio da galera... sem a menor cerimônia!!! E ainda assim, apesar de tantas opções... vou ser bem clara: eles mijam EM QUALQUER LUGAR!!!!!!!! Não dava pra ficar cansado e pensar "vou lá naquele canto dar uma sentadinha"... totalmente arriscado!!!
Além disso, ficamos surpresos com a falta de latas de lixo que a organização ofereceu. Em consequência óbvia... havia lixo por toda parte. Isso pra mim foi um choque, já que aqui na Alemanha eles são totalmente neuróticos com lixo tratado e coleta seletiva... então sempre tem lata de lixo reciclável por aí.

Maaaas calma pessoal... não é só tragédia. Vimos uma média de 10 shows por dia. Cada um durava 40, 50 minutos. Foi animal. Queria agradecer aqui publicamente um tal de Rodrigo Chamis... porque se não fosse ele, eu não teria ido. Aliás vou fazer a propaganda do Blog dele: http://menandmelons.blogspot.com

Eu vi um monte de shows de bandas que não conhecia, aprendi sobre as novas bandas, que não fazem mais aquele gênero Libertines, mas tão na moda do Animal Collective (créditos mais uma vez ao RC). Os melhores foram, na minha opinião, The Dodos e Sigur Rós. Também não posso deixar de comentar a participação do Móveis Coloniais de Acajú, uma banda que eu já gostava bastante no Brasil. Eles são tipo uma Big Band que toca rock com samba e tem letras divertidas. Chegaram totalmente desconhecidos... e puseram os gringos pra dançar!!! A galera enlouqueceu... eles nunca tinham ouvido nada parecido. Pra gente a banda é boa, mas a o ritmo não é novo, a gente tá acostumado. Deu mó orgulho de ver os caras fazendo sucesso!!

                                      Momento máaaagico no show do Sigur Rós

Ai caramba, já me estendi de novo... bom, pra concluir...  concordamos que foi ótimo, super legal mesmo ter ido... mas que é uma experiência pra ter aos 20 e poucos anos e nunca mais! O esquema é meio porco, não tem jeito... daí a gente vai ficando velho, não tem mais paciência pra essas coisas.

é isso por hoje... inté!


sábado, 23 de agosto de 2008

Beleza, voltei!!!

Pessoal!!! Depois de um mês totalmente de férias do blog, voltarei a escrever. Dessa vez, seguindo as sugestões, serei mais concisa. 

Nesse tempo tive provas e agora estive na Bélgica e em Paris. 

Na Bélgica em várias cidades... a que mais me impressionou, depois de Bruxelas (eu gosto de cidade grande, não tem jeito!) foi Gent. Uma cidade muito muito simpática, com uma arquitetura bem legal, tipica de Flandres, pequena de tamanho mas muito bem suprida com lojas, restaurantes e... turistas!


A história da Bélgica se mistura o tempo todo com a francesa e a holandesa... e eu ainda descobri que o alemão também é uma língua oficial de lá!!
Eu achava que falavam flamengo e francês na Bélgica inteira... mas descobri que não é assim. Como a parte economicamente poderosa é a norte, flamenga, eles não precisam se dar ao trabalho de aprender francês. Já os francofônicos, que vão para o norte flamengo em busca de emprego, tem de aprender a língua de raízes germânicas.

Eu já ia escrever aqui do Pukkelpop, o festival de música que eu fui lá... mas ele é muito importante pra eu colocar aqui assim, no meio de outras coisas. Fica pra amanhã, também pelo bem da concisão. 

Até!!!!